Excerto sobre o Amor

“É, afinal, o que se passa em toda e qualquer actividade, nenhum acto, considerado em si e por si mesmo, é belo ou vil, tal como as nossas ocupações de agora – beber, cantar, conversar… -, nenhuma delas têm só por si mesmas qualquer beleza. O que determina essa qualidade num acto é o seu modo de realização: se o realizamos de forma bela e digna, ele resulta belo, em caso contrário, vil. Assim acontece quando amamos: nem toda a espécie de amor é bela e digna de elogios, mas apenas aquela que nos incita a amar com nobreza.

(…)

o amor que restabelece o nosso estado original e procura fazer de dois um só, curando assim a natureza humana.”

Platão in O Banquete

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