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Mãe.

“E encontrei-a finalmente, lá estava ela, a lápide que guardava para sempre o que restava da pessoa mais importante da minha vida: a minha mãe; na pedra de mármore a fotografia dela – com trinta e poucos anos, devia ser pouco mais velha do que eu neste momento – já amarelecida e desbotada pelo passar dos anos. Era a minha mãe: de longos cabelos grisalhos acastanhados; pele morena, lisa, suave e brilhante como a seda. E os olhos negros; o olhar intenso e forte; apaixonante e conquistador, que muita gente diz que eu herdei dela.

O meu pai dizia muitas vezes que era a forma mais subtil e ternurenta de o conquistarem: apenas como a minha mãe o sabia fazer tão bem, com um simples olhar.”

Ana Ribeiro, 2015

(blog: O Meu Blog de Escrita)

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Filmes que Recomendo – Parte 2

Dia 20 é dia de filme e pipocas. Deixo aqui alguns filmes que vi e que adorei:

Let’s Be Cops, 2014

Género: Comédia

The Imitation Game, 2014

Género: Biografia, Drama

Alexander and the Terrible, Horrible, Not Good, Very Bad Day, 2014

Género: Familiar, Comédia

A Walk Among the Tombstones, 2014

Género: Crime, Drama

Tammy, 2014

Género: Comédia

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DIY – Molduras

 Materiais

  • Cartão,
  • Tecido ou papel colorido/de embrulho,
  • Flores artificiais, corações de tecido, glitter, pedras… (qualquer outros materiais para decorar).

Como fazer

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Em primeiro lugar cortar um pedaço de cartão – na forma (quadrado, rectângulo, circulo) e tamanho que preferirmos.

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Forrar com tecido (eu utilizei um pólo velho) da cor e padrão que preferirmos.

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Estas foram algumas das ideias que tive.

2

Laços, flores, corações são algumas das hipóteses.

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Mas optei por usar flores artificiais que tinha em casa e utilizar um dos corações para colocar dentro da moldura.

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O homem e a borboleta

“Uma vez eu sonhei que era uma borboleta,
voando entre as flores e arbustos do jardim.

Tudo era tão concreto e real
que em momento nenhum do meu sonho
suspeitei que a borboleta era eu
ou que eu fosse a borboleta.

Para todos os efeitos possíveis e imagináveis,
eu era, eu agia e eu realmente me sentia uma borboleta,
cumprindo o destino de uma borboleta qualquer.

De repente, eu acordei
e lá estava eu, sendo a pessoa que eu sempre fui
– ou que sempre imaginei ser.

Sei muito bem
que entre um homem e uma borboleta
há tantas diferenças fundamentais e insuperáveis
que a transformação de um no outro
é algo simplesmente impossível de acontecer no mundo real.

É por isso que, desde então,
eu nunca mais tive sossego
quanto à minha verdadeira identidade.

Pois não há nada que me permita saber,
com toda certeza e rigor,
sem nenhuma margem de dúvida,
se eu sou verdadeiramente um homem,
que um dia sonhou que era uma borboleta,
ou se eu sou uma borboleta,
sonhando que é um homem.”

Chuang Tzu

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